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Maria de Nazaré

Maria, a mais perfeita mulher de sempre e para sempre. 

É uma enorme responsabilidade escrever sobre Maria de Nazaré, mãe de Jesus, que Ele, mesmo na cruz, entregou também como nossa Mãe.

Maria, nome da simplicidade, modelo de humildade, de entrega, de superação, de perseverança e de fé. Menina humilde, escolhida por Deus desde a sua conceção. Pelo Seu sim, tornou-se Mãe de Jesus, filho de Deus.

Tamanha era a Sua entrega que, apesar de todas as consequências que poderiam surgir e, completamente no desconhecido, Maria aceitou ser mãe de Jesus, colocando-se inteiramente à vontade de Deus. 

Maria carregou assim o Rei dos Reis, o Senhor dos Senhores no ventre, deu à luz, alimentou, cuidou, aconchegou e amparou o Filho de Deus. Maria foi a mulher com a maior responsabilidade de todas e cumpriu a sua missão com mérito, de tal forma que o próprio Deus obedecia aos seus pedidos, como na passagem das bodas de Caná em João 2: 1-11: 

“No terceiro dia, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava lá. Jesus e os Seus discípulos também foram convidados. A certa altura da boda faltou o vinho. Então a mãe de Jesus disse-lhe: “Já não têm vinho!” Jesus respondeu-lhe: “E que temos tu e eu que ver com isso, mulher? A minha hora ainda não chegou.” Ela então disse aos criados de mesa: “Façam tudo o que ele vos disser.” Havia ali seis vasilhas de pedra das que os judeus utilizavam para as suas cerimónias de purificação. Cada uma levava uns cem litros de água. Jesus mandou aos criados: “Encham de águas essas vasilhas.” Eles encheram-nas até acima. Depois disse-lhes: “Tirem agora um pouco e levem ao mestre de cerimónias para ele provar”, eles assim fizeram. O mestre de cerimónias provou a água transformada em vinho. Não sabia o que tinha acontecido, pois só os criados estavam ao corrente do facto. Mandou então chamar o noivo e observou-lhe: “É costume nas bodas servir primeiro o vinho melhor e só depois de os convidados terem bebido bem é que se serve o menos bom. Mas tu guardaste o melhor até agora!”.

Deste modo, em Caná da Galileia, Jesus realizou o primeiro dos seus sinais. Assim manifestou a sua glória e os discípulos creram nele”.

Maria é para todos nós modelo de superação, pois viu o seu Filho ser flagelado, crucificado e morto na cruz mas, mesmo assim, Maria manteve-se firme, pois sabia que deveria ser cumprida a vontade de Deus. 

Maria, mesmo sendo “a escolhida”, mostra-nos, no Seu silêncio e no Seu recatado modo de vida, como devemos viver os nossos dias. No barulho ensurdecedor em que vivemos, no meio das tragédias que ouvimos e vemos diariamente, podemos observar o mundo doente em que vivemos – é aí, no meio do caos, que Maria nos convida a silenciar, a meditar, a acalmar a nossa vida e o nosso coração, a perseverar e, com toda a humildade, fazermos o nosso papel, cada um de nós, para que este mundo seja um pouco melhor.


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